História do Enterro

Era uma vez...
"... um grupo de mais ou menos 17 estudantes universitários que frequentavam a ainda não conhecida Universidade de Aveiro.
Certa vez, numa noite de calor, a 15 de Junho de 1978, encontravam-se na sua 'casa' de Aveiro, a Residência masculina, situada na Rua Mário Sacramento, a ver pacatamente o jogo de futebol para o Mundial entre o Brasil e Perú, quando de repente, lembraram-se que o ano lectivo devia de ser enterrado, dado que estava 'quase morto' (pelo menos aquele).
Saíram à rua, ansiosos, por divertimento, com colchas vermelhas sobre a cabeça, e com um 'morto' às costas. Este morto, não, era nem mais nem menos que um caloiro, o Mais magrinho de então, embrulhado também numa das colchas das camas das residências, deitado sobre as tábuas que haviam encontrado nas obras ali por perto. Dirigiram-se para o 'Convívio' da altura (que ainda é o mesmo de hoje) numa espécie de cortejo fúnebre, emitindo ruídos de choro e a ranger os dentes.

O “bando vermelho — grupo de potenciais delinquentes, com um morto às costas” continuou o seu caminho, dirigindo-se agora para a Residência feminina, situada na Av. Lourenço Peixinho.

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‘Amargurados, tristes e desamparados’ lamentavam a ‘morte’ do ano lectivo de 77/78, e que já mais havia de voltar (Festa!!!!!!!— pelo menos este), seguiam o seu caminho pelas ruas da cidade de Aveiro, tão pacata (só quando os estudantes estavam a dormir, quase de certeza).

Inesperadamente, um grupo de homens fardados romperam no escuro, ordenando que os homens que os acompanhassem. Mas onde??, questionavam-se... Até que se aperceberam, 'Alguém chamou a bófia???'. Direitinhos até à esquadra, acusados de passearem na rua com colchas vermelhas sobre a cabeça, e de chorarem a 'morte do seu tão querido ano lectivo' (caloiro disfarçado), lá foram os mais ou menos 17 estudantes parar à 'choça'.
A história de final infeliz (só em 78) para aqueles mais ou menos 17 estudantes universitários, não se repetiu mais, pois no ano seguinte, em 1979, quando quiseram voltar a enterrar o ano, a policia já não os deteu, apenas os seguiu. Em 1980, o cortejo fúnebre já foi combinado com a P.S.P."
(In UniverCidade nº13, pag.13, de 25 de Junho de 1998)
Assinatura do Protocolo de Colaboração CMA/UA/AAUAv/ESN

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