Participação das Universíadas Taipé 2017

A Universidade de Aveiro esteve representada na 37ª Universíada, 29ª edição das Universíadas de Verão, Taipé 2017, no passado mês de agosto.
As atletas Joana Canastra, Inês Pinto e Sara Dias, que já este ano se tinham tornado tricampeãs nacionais universitárias, fizeram parte da equipa nacional de basquetebol feminina, que alcançou o 9º lugar na maior competição multi-desportiva universitária, que envolve mais de 12 mil atletas.
Fica a par da experiência desportiva das nossas atletas.
Como foi perceber que o teu percurso nas competições universitárias, representando a AAUAv, te proporcionou a presença num evento como as Universíadas? O que te marcou mais nas Universíadas?
Sara Dias: Sinto um orgulho enorme em ter estado presente nas Universíadas, em Taipé, representando o nosso país, a FADU, a Universidade de Aveiro e o meu atual clube, o CJ Boa Viagem. É de certa forma recompensador perceber que o trabalho que ao longo dos anos tenho vindo a realizar nos clubes federados e na AAUAv possibilitou-me a presença num evento desta dimensão.
Nesta edição das Universíadas tenho a destacar a excelente organização do evento, o elevado números de atletas presentes, nas mais variadas modalidades, e o apoio e união entre a comitiva portuguesa. A cerimónia de abertura foi um dos momentos mais marcantes pela dimensão e rigor do espetáculo.
Inês Pinto: O que mais me marcou, nas Universíadas, foi a forma como se vive o desporto. A grandiosidade do evento que estava a viver foi, sem dúvida, o que mais me marcou e claro a sorte que tinha de o estar a viver.
Joana Canastra: Foi um privilégio, para mim, fazer parte de uma competição que existe para quem pratica desporto ao mais alto nível e estuda ao mesmo tempo. Neste caso, sendo aluna da Universidade de Aveiro e competindo no basquetebol universitário, pela AAUAv, foi um grande reconhecimento, a nível nacional, por todo o esforço que faço para estudar e manter o nível desportivo.
Estar presente nas Universíadas foi uma experiência que sei que guardarei no livro de recordações da minha vida. Para além de tudo o que vivi e não consigo explicar porque só estando lá é que se entende a dimensão de uma competição destas, no entanto, um dos momentos que mais me marcou foi representar o nosso país e ser aplaudida por dez mil pessoas de diferentes culturas mas todas com a mesma paixão, o desporto.
De que forma tens gerido o teu percurso académico com as diversas participações nacionais e internacionais universitárias?
SD: O meu percurso académico tem vindo a ser percorrido de forma compassada uma vez que resido fora de Portugal continental. Tirando este aspeto as diversas participações nacionais e internacionais não afetaram os resultados académicos.
IP: Nem sempre é fácil gerir o desporto e os estudos, mas tudo se consegue, com mais ou menos esforço.
JC: É sempre um esforço que se tem que fazer para poder estar presente nas competições universitárias quer a nível nacional como internacional, mas quando se gosta do que se faz torna-se mais fácil gerir a hora para estudar e a hora para competir. Mas, felizmente, tenho conseguido conciliar as duas coisas, basta ser organizada e definir prioridades.

O que mais me marcou, nas Universíadas, foi a forma como se vive o desporto. A grandiosidade do evento que estava a viver foi, sem dúvida, o que mais me marcou e claro a sorte que tinha de o estar a viver.
Este ano, a AAUAv sagrou-se tricampeã nacional universitária e alcançou o 7º lugar no Campeonato Europeu Universitário de Basquetebol, quais as expetativas para o futuro?
SD: A AAUAv, campeã nacional universitária por três anos consecutivos, tem vindo a afirmar-se no basquetebol feminino universitário e, por este motivo, acredito que a ambição de continuar a conquistar o título nacional se mantenha, bem como a de alcançar melhores resultados a nível internacional.
IP: Espero, sinceramente, que a AAUAv seja tetracampeã e que no próximo ano alcancemos os primeiros 4 lugares europeus, uma vez que, este ano, era o lugar mais justo para a nossa equipa.
JC: Não sou pessoa de competir para perder, portanto, as expectativas são altas. Sabemos que os feitos do passado custaram muito a conquistar, mas queremos continuar a trabalhar para melhorar e ajudarmo-nos mutuamente para atingir a vitória, pois é para isso que treinamos e abdicamos de muitas outras coisas.
Sendo este o segundo ano em que são entregues as bolsas de mérito desportivo, de que forma esta medida tem feito evoluir o desporto na nossa Academia?
SD: Esta medida é de louvar e vem impulsionar o desporto universitário uma vez que os atletas acabam por ver todo o esforço, trabalho e dedicação reconhecidos. É, sem dúvida, mais um incentivo para que todos os estudantes-atletas alcancem os seus objetivos (académicos e desportivos) com sucesso.
IP: As bolsas de mérito desportivo são uma ajuda incrível e um estímulo enorme tanto a nível desportivo como académico. Acho, sinceramente, que a AAUAv e a Universidade de Aveiro estão de parabéns por presentearem os seus estudantes-atletas. Mostra que as Instituições têm sensibilidade e reconhecem o nosso esforço.
JC: É uma forma de cativar para o desporto universitário e melhor para a competição a todos os níveis. As bolsas são um prémio para quem se esforça diariamente em estudar e praticar desporto e, para mim, é um privilégio ter uma Associação Académica e Universidade que me ajudam a conseguir fazer as duas coisas que mais gosto.
Que recomendações tens aos novos alunos que queiram representar a AAUAv nas competições universitárias?
SD: Na minha opinião, é fulcral que sejam organizados e empenhados para alcançarem os seus objetivos. Aliar a formação académica ao desporto é uma ótima fonte de aprendizagem, crescimento e de experiência que a UA pode proporcionar aos seus alunos.
JC: Acho que é uma experiência que todos os que gostam de praticar desporto devem ter pois é uma oportunidade de crescer tanto como pessoa como atleta.
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