Quanto gastam por mês os universitários em Portugal?

Numa altura em que muitos estudantes saem de casa pela 1ª vez para estudarem fora, é preciso olhar, no caso de muitos pela primeira vez, para os custos que a entrada na universidade traz consigo. Os preços variam de cidade para cidade, e o Diário de Notícias fez um estudo do custo de vida que os novos estudantes terão de suportar, nas cidades com mais estudantes de norte a sul do país.
Lisboa é, sem surpresas, a cidade com o custo de vida mais elevado do país para os estudantes. O crescente turismo leva a que muitas casas utilizadas por estudantes sejam agora convertidas em alojamento local, diminuindo a oferta e aumentando os preços. Situações como esta fazem com que o valor mensal que um estudante tem de gastar se situe entre os 660€ e os 860€.
Em Coimbra, despesas como casa, alimentação, transportes, prestação das propinas e outras despesas básicas, colocam o valor a gastar entre 500€ a 620€ por mês.
Évora regista situações semelhantes a Lisboa, em que os quartos anteriormente utilizados por estudantes estão a ser convertidos em alojamentos locais. Em resultado, há já quartos a serem arrendados por 350€. Também as residências universitárias estão completamente lotadas e a dificuldade em arranjar quarto para todos os estudantes é cada vez maior. Contudo, regista um custo de vida a rondar os 610€ mensais. 

O custo de vida no Porto ocupa o segundo lugar nas cidades mais caras para os estudantes viverem, com um custo de vida entre 450€ a 622€, sem incluir o valor das propinas.
Em Aveiro, as rendas oscilam entre os 130€ e os 200€, com a Universidade de Aveiro a estimar entre 450€ a 600€ necessários para se estudar nesta cidade. Contudo, Xavier Vieira, presidente da Direção da Associação Académica da Universidade de Aveiro, afirma que, à semelhança de Lisboa, "a componente turística está muito vincada na cidade, o que fez subir o número de alojamentos locais, fazendo com que diminuísse o número de quartos e casas disponíveis. Ao mesmo tempo, subiram ligeiramente os preços das rendas, que vão agora até aos 250 euros".
Ainda assim, em Aveiro, “onde a oferta de residências é um exemplo (cerca de mil), muitos dos estudantes universitários são de uma zona geográfica próxima”, o que faz com que os efeitos do turismo não se sintam em grande escala no arrendamento a estudantes. Xavier Vieira afirma ainda que "felizmente, a UA tem instrumentos de ação social que fazem com que não haja abandono precoce”. 

Campus Solidário – Universidade de Aveiro

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